7 de novembro de 2008

Cemitérios tenros (Para o Paul Constantinides)

A luz da morte e a escura vida partilham na noite cenários comuns.
Florescem eras de ida e volta nas tombas verticais do povo em pó
e o silêncio torna noite habitação
e a palavra guardada no mármore
é o som que ecoa, para sempre na memória, sempre,
na memória adeus,
no instante parado a flor de chuva
e não choveu que nao parasse
e não morreu que não vivesse...
por enquanto a esperança
aguarda o sol.

4 comentários:

PAUL CONSTANTINIDES disse...

poxa!! esta foto eu vou colocar no meu Electric Road (de um look no meu blog) risos......

paul

Iolanda Aldrei disse...

Sempre ando aos looks com seus blogs e perco-me e acho novos e encanta-me É o cemitério de Orazo, na Estrada, na minha terra... ia ser foto de um poema triste, mas você e a esperança preta de luz animou... vai ser uma outra coisa...
Um brinde, meu amigo. Obrigada

Iolanda

PAUL CONSTANTINIDES disse...

iolanda entrei agora e me alegrei e fiquei muito contente em ver a dedicatoria q vc me ofereceu.
vc com sua mitologia poetica e com a minha....so posso te dizer o qto me anima tbm ler o q vc escreve e encontrar tantos ecos nas suas palavras...
um brinde pra vc tbm, amiga
q de longe
vibra tbm esta energia tao positiva
tudo de bom
Paul

Iolanda Aldrei disse...

Grande abraço
Longe tem a ver com outras distâncias. Sinto é perto.

Iolanda