16 de outubro de 2008

RE-versos III


E quando é de ti o mover da aurora, o silêncio denso a olhar silêncio e como se olha o silêncio a nascer hip hop e heavy metal, tambor, ritmo, batuque, odor a menta e um tu lento a navegar os cálidos universos da internet e a nascer em verso sem ser verso e pirata de ti sem ser pirata e em mim abordar de corso em linha abordo e corpo nave e beijo em vento, bandeira, minha bandeira ... rei sem rei, pátria sem pátria, deus do deus e nome eterno.

2 comentários:

soantes disse...

Gostei desta série e do poema lá do topo, mas escolhi este para deixar uma palavra amiga porque foi o conjunto (texto e foto) de que mais gostei. Também é o texto que mais sai do tipo de poema que mais lemos aqui.

Abraço grande, amiga.

Iolanda Aldrei disse...

Pois, por aí andamos também a movimentar tudo... e chegar à Angola... abraçar a terra de Benguela e a palavra azul.