
e o mar para a morte e a alguém torna ao tempo
e o sol chega leve e penetra até o ninho
e a sombra habita os sentidos da encosta
e olhamos, Shiddarta, a corda tensionada,
e voltamos, Mani, aos jardins enfrontados,
ao ponto do nirvana sob o sono iluminado,
até a gnose livre e a carne perfeita
onde mora a palavra
e proseguem sorrisos.
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