
e bebem do que vivem , como copos perdidos
descansam no solo de luas e lembranças.
Deixam esperanças do teu nome na tarde
e rostos do passado sobre o céu das moradas,
cantam como o grilo no ouvido da erva
e me invadem de mundos insólitos e tristes.
Deixo os meus olhos alugados na espera
e o corpo tendido no mercado de oriente
para que a palavra levite nas escadas,
no teu sapato ao vento,
sobre a areia das praias.
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