Sem carta, perco-me no cenário dos sonhos,
a procurar cadernos para escrever
alter vida
e mora o tempo pleno nessas noites
pobres de pele, frias linhas,
horizontes sem dor,
das que acordo cansada para o dia.
Havia beijos. Tremia o beijo rei,
lambia o sentido da existência
neste amor antigo,
pele onírica,
dom dos leitos tristes.
Caminho pelo corpo das tuas páginas,
personagem roubada a ti mesmo,
para ter-te
ou encontrar-te
noutra história de amores paralelos.
28 de janeiro de 2010
24 de janeiro de 2010
23 de janeiro de 2010
19 de janeiro de 2010
Chegar beiramar
15 de janeiro de 2010
Sonho de Terra

Se posso despir o corpo, posso despir a alma
e dizer que nao é este o tempo de perder.
Meu amigo de alma e fala e pele eternas,
folgo em noites lentas teu nome junto a mim.
A comunhao mais mística de amantes esquecidos
é o meu santo e senha ante a porta de sal.
Pago em sonhos os sonhos
e em lágrima o acordar.
Os meus olhos retornam à dor da carne tua,
acusam outros beijos de antes se anunciar,
tentativas de assalto até o vento que chora.
Na Terra, o nosso verbo, semeia
dor de mae.
e dizer que nao é este o tempo de perder.
Meu amigo de alma e fala e pele eternas,
folgo em noites lentas teu nome junto a mim.
A comunhao mais mística de amantes esquecidos
é o meu santo e senha ante a porta de sal.
Pago em sonhos os sonhos
e em lágrima o acordar.
Os meus olhos retornam à dor da carne tua,
acusam outros beijos de antes se anunciar,
tentativas de assalto até o vento que chora.
Na Terra, o nosso verbo, semeia
dor de mae.
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