E aguardo o tempo novo,
comungo com a seiva salvagem,
com os fungos,
para viver eu morro
e deixo a fibra livre
a remediar
os encantos da fonte
e este lume
de abraço desejado,
e lar ao vento.
Diário, Ideário, Conversário
Caminham pelas ruas. Eu quero estar na casa.
Como chegam os quartos de aguardar até nós e ficas em silêncio e deixo o tempo a ocupar apenas um bocado mais de tempo, e as luzes tenras a calar e fechar portas que ainda estavam e os anos que passaram sem passar, pelas penas das nossas tristes asas. Anjo de cor, leve e antiga borboleta nos espaços da pedra universal a tornar as salas da lembrança na saudade de vida que me abraça.
Voavam passaros de morte e chegava Lugh,

