
Água vegetal
prendida em sonhos,
sentir de Maio limpo
a navegar.
Sobre a areia,
uma poça.
Sobre a vida,
oceanos novos
por sulcar.
Chegam saudades
de revolta,
vozes de terra
por cantar,
braços no sonho
e alvoradas
de praia bravia
por pisar.
Um banquete de povo
tem palavra
nos olhares puros
junto ao lar.
4 comentários:
Benvinda de volta ao calor da revolta e à placidez das areias marinhas.
e que saudades não são de revolta ...?
gostei !
Oi! Visita! Muito bom. Inté!
Queridos amigos, a preparar a re-volta, grande abraço para vós.
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