6 de maio de 2011

Tempo de mar


Água vegetal
prendida em sonhos,
sentir de Maio limpo
a navegar.
Sobre a areia,
uma poça.
Sobre a vida,
oceanos novos
por sulcar.

Chegam saudades
de revolta,
vozes de terra
por cantar,
braços no sonho
e alvoradas
de praia bravia
por pisar.

Um banquete de povo
tem palavra
nos olhares puros
junto ao lar.


4 comentários:

soantes disse...

Benvinda de volta ao calor da revolta e à placidez das areias marinhas.

Pastelaria Editora disse...

e que saudades não são de revolta ...?

gostei !

Odair Ribeiro disse...

Oi! Visita! Muito bom. Inté!

Iolanda Aldrei disse...

Queridos amigos, a preparar a re-volta, grande abraço para vós.