Descem os caminhos versos tenros e volteam silêncios na palavra, para que o eco sempre seja eco e a distância não tenha distância, nem sonhos reiterem sobre a palma entranha ao ar e areia em leito.
No tempo vertical, a inexistência da sem-revolta achega aos corpos esferas de ternura e as Perseidas beijam espíritos de luz. Nas florestas apreendem os códices vegetais ruturas leves e passos para o sonho das formigas azuis na terra noite do último recanto antes do mar.